Saiba tudo sobre insônia

O que você vai ler neste post

Ficar sem dormir é um mal que atinge cada vez mais pessoas no mundo. Sendo assim, é importante que todos saibam o que é a insônia. Talvez, para alguns, a dificuldade de ter um sono reparador chega a ser surreal.

Mas, para outros, tornou-se rotina ou começou a acontecer e já é desagradável. Se você se identificou com o segundo grupo, saiba que existe tratamento da insônia com suplementos, com medicação e com novos hábitos.

Tenha certeza de que, infelizmente, a insônia se alastra por uma boa parte dos habitantes do planeta. Pesquisas demonstraram que 45% da humanidade sofre de insônia atualmente. Apesar de ser reconfortante saber que você não passa por isso sozinho, é um percentual alarmante.

Talvez não seja à toa que um filósofo sul-coreano, de nome Byung-Chul Han, escreveu uma obra intitulada de “Sociedade do cansaço”. Vivemos em um tempo onde a lógica da vida é correr para fazer, e nesse meio tempo entre um estresse e outro, a insônia pode aparecer como um sintoma não apenas do indivíduo, mas da sociedade.

A insônia não rouba apenas as horas de sono. O grande problema é o que acontece no corpo, na mente e na vida devido às horas de sono perdidas. É a falta de concentração, a fadiga constante, a súbita letargia, a inabilidade de realizar algumas tarefas que antes eram fáceis, o bom humor, a sociabilidade, entre muitos outros.

Existe uma demanda real para tratamento da insônia, por isso que é cada vez mais comum, especialmente na internet, nos depararmos com esse assunto e até mesmo com soluções para esse mal.

Porém, em meio a tantas alternativas, é preciso conhecer a fundo o que é essa condição, como funciona no corpo e na mente e quais são suas causas. Isso porque boa parte do tratamento para insônia é trabalhar para que velhos hábitos sejam cortados e antigas causas eliminadas.

Veja nos tópicos a seguir o que é a insônia e o que causa. Saiba também se podemos chamá-la de sintoma ou de doença e qual é a relação dessa condição tão debilitante com o cérebro humano. Descubra, por fim, se é o momento de você procurar ajuda e como fazer o tratamento.

 

O que é a insônia

A definição mais popular de insônia é a falta de sono, mas isso é uma realidade apenas em parte. O entendimento mais correto ensina que a insônia é a falta de qualidade de sono. Não é sobre quantas horas você deixou de dormir, mas o fato de que deixou de dormir.

Esse mal pode afetar uma pessoa antes do sono, ou seja, quando deita. Também pode afetar durante o sono, que é o caso de acordar e não conseguir voltar a dormir. Inclusive, afeta posteriormente, pois a sensação de sono permanece durante as horas acordado, sem que a pessoa consiga dormir. Seja como for, é o ato de dormir que está comprometido.

É importante fazer essa diferenciação porque para cada organismo há uma necessidade biológica específica. Há pessoas que precisam de mais horas para dormir a fim de se recuperarem de todas as atividades do dia. Há pessoas que em poucas horas de bom sono se recuperam completamente. Em outras palavras, não podemos que uma pessoa que dorme menos sofre com essa condição.

 

O que causa insônia

É impossível determinar uma causa para a insônia. Não é uma doença irrastreável, mas ainda assim é necessária uma investigação profunda em cada insone. De toda forma, a causa mais comum é o estresse, que é um agente de exaustão tanto do corpo quanto da mente. O cansaço intenso, por mais absurdo que isso possa soar, afeta a capacidade de dormir.

O estresse, por sua vez, vem de origens inúmeras, cujas mais frequentes são um ritmo de trabalho muito acelerado, brigas, dificuldades financeiras, questões não resolvidas, problemas conjugais ou de ordem afetiva. Outros fatores, como dores crônicas e a manifestação de doenças graves podem causar insônia também.

Em ocasiões pontuais, como uma gripe, a insônia também pode acontecer, simplesmente porque os sintomas são desconfortáveis e é difícil relaxar o corpo e a mente o suficiente.

As doenças que geram dificuldade de respiração podem perturbar o sono, assim como algumas medicações, álcool e substâncias viciantes. Por fim, a prática frequente de maus hábitos, como ver TV ou ficar no celular até tarde, podem levar uma pessoa a desenvolver insônia.

Fatores hormonais também podem ter um impacto no sono. Por isso que, em geral, a insônia abate mais as mulheres do que os homens. A menopausa, onde ocorre a perda de hormônios que regulam a atividade dos ovários, é um gatilho para o desencadeamento da insônia em muitas mulheres. Estima-se que até metade das mulheres na menopausa sofrem, ou sofrerão, com insônia, seja por tempos prolongados.

Mulheres grávidas entram nesse grupo também, pois durante a gestação a atividade hormonal se descontrola. Especialmente nos primeiros meses, o volume de progesterona aumenta, o que causa uma sensação de sonolência constante. Ao dormir várias horas do dia, o sono reparador da noite pode ser afetado e a insônia pode acontecer.

Nos casos em que a insônia perdura por muito tempo, a condição pode ter causas mais profundas, como problemas emocionais e de natureza psicológica. Nesses casos, o tratamento contra a insônia deve ser contumaz e integrado, com acompanhamento psicológico constante, entre outras terapias.

 

Insônia é sintoma ou doença

Originalmente, a insônia é uma doença causada por diversos fatores, como os maus hábitos ou o estresse. Mas, em ocasiões, a “doença” insônia é um sintoma de um problema maior. O problema é que, nesses casos, não podemos reduzir a insônia a um mero sintoma.

Por exemplo, se o corpo e a mente estão sob estresse constante, a insônia pode se manifestar. Mas é importante compreender que, mesmo ao decorrer de uma causa maior e mais profunda, a insônia ainda é uma condição do corpo físico e psíquico que possui sintomas definidos e é diagnosticável. Em outras palavras, é única em si mesma e deve ser considerada uma doença.

 

Ligação entre a insônia e a função cerebral

Pesquisas científicas já comprovaram que a insônia afeta a capacidade cerebral. Primeiro, a falta de sono pode afetar o ser humano até mesmo na esfera comportamental, o que pode torná-lo irritadiço e com dificuldade de sociabilizar. Segundo, a própria função cognitiva é afetada, o que traz obstáculos cada vez maiores para realizar atividades, especialmente as de caráter técnico e intelectual.

Os estudos apontam que a insônia, se não tratada, pode afetar até mesmo a tomada de decisões do ser humano. Por exemplo, existe uma tendência maior de gastar mais dinheiro entre os insones do que em pessoas que não sofrem desse problema.

Vale apresentar também o resultado de uns estudos, por enquanto feito com ratos, acerca do impacto da insônia sobre as células do cérebro. Nosso cérebro possui uma espécie de sistema de “auto-limpeza”. Na prática, umas células, chamadas de astrócitos, têm a função de remover sinapses que não são necessárias, a fim de tornar a atividade cerebral mais eficaz, otimizada, por se dizer.

Nos ratos que dormiram normalmente, o índice dessa limpeza foi de 6% de sinapses retiradas. Porém, nos animais que dormiram menos esse número subiu para 8%. Em um terceiro grupo de ratos, privado do sono por muito mais tempo, o percentual saltou para mais de 13%.

A conclusão chocante dessa pesquisa é que a falta de sono está diretamente relacionada com a destruição gradativa das sinapses. Não é de se surpreender que os sintomas associados à insônia impliquem em má atividade cerebral, como as dificuldades de concentração, maus reflexos, memória afetada, etc.

 

Sintomas da insônia

Entre os sintomas da insônia, é possível relacioná-los em dois aspectos: diretamente ligados ao sono ou indiretamente ligados ao sono.

Dentre os que estão diretamente ligados estão as horas perdidas de sono, a dificuldade de voltar a dormir se acordado no meio da noite em horário mais cedo do que o costume. O sono que sofre variações, com uma noite ruim de sono e uma boa dia seguinte, também podem ser entendidos como sintomas, desde que sejam frequentes.

Quanto aos sintomas secundários, podemos citar a fadiga e sono, irritabilidade, ansiedade, falta de concentração e humor depressivo. A simples ansiedade para conseguir um sono de qualidade já é um indicativo da insônia e pode ser considerada um sintoma.

 

Quando é hora de procurar ajuda

Em muitos casos, a insônia é um desconforto pontual, diretamente relacionado com uma causa temporária. Por exemplo, uma prova muito difícil que gera estresse, mas, uma vez realizada, a tensão passa. O tipo de insônia causada nessas situações é chamada de insônia curta. Dura no máximo três meses.

Em outros casos, quando a causa é mais profunda e de difícil detecção, a insônia pode se prolongar por mais do que três meses. Geralmente, é a insônia ligada a fatores emocionais, doenças crônicas e períodos longos de medicação que causa falta de sono. Além do tempo de insônia superior a três meses, o que ocorre é uma frequência maior de episódios sem dormir bem, a saber, três ou mais vezes por semana.

Se você se encontra no segundo grupo, é hora de buscar ajuda especializada. Existem diversas maneiras de controlar e até curar esse mal, desde a mudança de hábitos até mesmo o tratamento da insônia com suplementos naturais.

 

Consequências de não tratar a insônia

Se os sintomas da insônia já podem ser considerados debilitantes, certamente a decisão de não fazer um tratamento adequado pode resultar em consequências bem graves. Assim como os sintomas, as consequências podem ser divididas em duas categorias: os problemas de ordem psíquica e os de ordem física.

Consequências diretamente relacionadas com a mente são a redução dos reflexos e da cognição, assim como a capacidade emocional. Isso leva a problemas na área afetiva, profissional, comportamental e até mesmo financeira. A insônia pode levar à ansiedade, ao estresse, à depressão e até mesmo, em casos gravíssimos, a pensamentos de suicídio.

Mas também existem consequências para o corpo, que são o possível surgimento de dores crônicas, de doenças relacionadas ao coração, Diabetes e Alzheimer.

 

Como é feito o diagnóstico da insônia

Boa parte do diagnóstico de insônia é realizado a partir de uma entrevista com o médico, precisamente o neurologista. Esse médico fará perguntas relacionadas aos seus hábitos antes de dormir, quantas horas você dorme por dia e se você tem sono leve e se sente cansaço constante.

Ele também passará alguns exames para descartar causas neurológicas. Um deles é a polissonografia, que monitora o corpo e a atividade cerebral durante o sono. O outro é a actigrafia, que faz o mesmo, porém por dias seguidos.

 

Como é o tratamento da insônia

São diversos os tratamentos para essa doença, mas, em geral, a melhor abordagem é a comportamental. O tratamento da insônia com suplementos naturais também é recomendado, pois, de uma forma sutil fortalece e prepara todo o organismo para lidar com os novos hábitos.

A abordagem comportamental inclui novos hábitos de sono, como não fazer força para dormir, melhorar o ambiente de sono, com menos luzes e barulho e desligar eletrônicos que possam atrapalhar a atividade. Além disso, o médico recomendará que o paciente fique na cama até sentir-se descansado, ao invés de levantar abruptamente, com ansiedade para começar o dia.

Outros pequenos hábitos, que entram na abordagem comportamental, está no trocar e no evitar alguns alimentos. Por exemplo, consumir menos açúcar e comidas processadas, sendo altamente viciantes para o cérebro com o passar do tempo. Mas elas também causam um sintoma a curto prazo, que é a sensação de letargia, a qual é prejudicial para o sono durante as horas em que se deve estar acordado.

Cortar o café e outras substâncias que estimulam e viciam, como álcool e cigarro, também faz parte dessa mudança de hábitos.

Outra parte do tratamento está nas terapias, que podem ser as tradicionais, como relaxamento corporal, alongamento e atividades como o Pilates. As terapias alternativas também mostram resultados, como meditações, yoga, tai chi, acupuntura, entre outros. As terapias variam muito com a vida e personalidade do paciente.

É preciso verificar qual a melhor para você e encontrar prazer nessa atividade, pois a alegria e o humor também afetam positivamente o sono.

Também há que se mencionar que a Terapia Comportamental, feita através de um psicólogo, gera grandes resultados, especialmente em pacientes que têm insônia temporária. Para aqueles que sofrem de insônia crônica, os médicos costumam passar medicamentos. Mas, o remédio deve ser integrado a todas as abordagens de tratamento.

Ainda existe o tratamento da insônia com suplementos naturais, que é uma forma de dar “uma força” para uma jornada de cura que pode ser longa e difícil, afinal, mudar hábitos de anos não é uma tarefa muito fácil. Os suplementos dão uma nutrição a mais para o corpo, e isso inclui o cérebro.

 

Suplementos que podem ajudar com a insônia naturalmente

Ao longo do tratamento da insônia com suplementos realizados em voluntários de inúmeras pesquisas por cientistas no Brasil e no mundo, foram verificados quais são os melhores para ajudar a recuperar o sono.

No tratamento da insônia com suplementos, os principais da lista são o triptofano, a melatonina, o 5 HTP e a vitamina D.

O triptofano não existe, originalmente, no corpo humano, por isso deve ser consumido em alimentos ou suplementos. Esse aminoácido consegue estimular a produção de melatonina, que se trata de um hormônio do corpo que ajuda a regular o sono. Também existe a opção de fazer tratamento da insônia com suplementos que já contenham a melatonina em si.

Fazer o tratamento da insônia com suplementos, quando se trata do 5 HTP é o mesmo que produzir neurotransmissores que ajudam na produção de serotonina. A serotonina, também um hormônio, produz um efeito de calma na mente, e isso traz relaxamento, o que favorece o sono propício.

Por fim, temos a vitamina D, descoberta pelos pesquisadores como um agente da melhora natural do sono. O corpo produz vitamina D com o estímulo solar, mas como a maioria das pessoas não pega sol o bastante, os níveis desse nutriente ficam comprometidos.

Ela está presente nos alimentos, mas, os maus hábitos alimentares também são um impeditivo, para muitas pessoas, de receber a vitamina D. Nesse caso, o ideal é suplementar, ao menos até que a reeducação alimentar esteja completa.

 

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